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25 de Julho dia de sensibilizar a sociedade

25 Jul

Hoje é o  dia 25 de julho dia da Mulher Latino Afro Caribenha, hoje também é dia de sensibilizar a sociedade brasileira para que apoie iniciativas capazes de gerar novos caminhos e mudanças significativas  na vida das mulheres negras.  Dia de atitude

Mãe Carmen  de Oxalá

MULHER

8 Mar

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Mãe Carmen na Roda de Conversa na Universidade

19 Nov

 

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Na  noite do dia 27 de outubro, Mãe Carmen de Oxalá foi recepcionada  pelo Coordenador do curso de história, Prof. Roberto Santos, para uma Roda de Conversa com os graduandos do curso de história da Universidade Luterana do Brasil- Ulbra – Canoas.

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Com uma atuação religiosa, social e intelectual destacada no Brasil, Mãe Carmen de Oxalá, vem sendo solicitada  em diversos espaços para trabalhar a formação no que se refere  questões relacionadas a religião de Matriz Africana.100_1411

“ Não me atenho no que se refere a posição das mulheres em África,mas, no Brasil e Rio grande do Sul a religião de matriz africana , foi fundada por mulheres negras, e eu aqui nesse espaço represento esse fio de resistência do feminino negro dentro do axé”.  Essas foram as palavras iniciais de Mãe Carmen de Oxalá, ao iniciar a aula com os graduandos do curso de história na noite do dia (27) quinta – feira, onde teve como desafio de não mascarar a realidade das Comunidades Tradicionais de Terreiros do “ Batuque do Sul ”, manifestou a sua posição frente os fatos, 100_1410

Um dos pontos sensiveis da Roda de Conversa foi sobre a herança religiosa que se herda,não se escolhe, a  qual, houveram muitos questionamentos.100_1413

No final da Roda de Conversa Mãe Carmen de Oxalá,  estendeu um  convite, para os alunos irem  a cidade de Guaíba, salientou, que eles, lá,  iram encontrar na prática muitos dos conceitos que são estudados  em sala de aula. Exemplificando, conceitos como Patrimônio Cultural, Patrimônio Imaterial, Terriório negro, Memória, Sitio Hiistórico etc…. Da mesma forma que os convidou para conhecerem a Casa Tradicional Assobecaty- Associação Beneficente Cultural Africana Templo de Yemanjá,  legado  que recebeu de sua Mãe Quina de Yemanjá. O Ilê,  que  esta sob seu comando há 11 anos.

 

4ª Conferência Estadual de Políticas Para Mulheres

30 Oct

Compartilho com todos, principalmente o movimento 13 de maio abolição não conclusa para as mulheres negras, a nossa participação da conferência de Estadual de Mulheres.

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A Secretária Marcia Santana e  Mãe Carmen de Oxalá, na  4ª Conferência  Estadual de Mulheres

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Tivemos o privilégio de almoçar na mesa com  renomadas  feministas, dentre elas estava  a homenageada Enid Backes, socióloga, militante do movimento feminista pela anistia e gestora do primeiro órgção público de políticas para as mulheres do RS.

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Mãe Carmen na tarde de sábado não pode participar da conferência  de mulheres, por ter  compromisso  de formação para 33 adolescentes  no Centro de Atendimento Sócio- Educativo Feminino. Esse desencontro de agenda de  compromissos da religiosa  teve  como conseguência,  não conseguindo participar no processo de inscrição de chapa para a escolha de delegados na Conferência Estadual de Mulheres, na conferência nacional fica  garantida sua participação como assistênte.

4ª Conferência Estadual de Políticas Para Mulheres

26 Oct

Compartilho com todos, principalmente o movimento 13 de maio abolição não conclusa para as mulheres negras, a nossa participação da conferência de Estadual de Mulheres.

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A Secretária Marcia Santana e  Mãe Carmen de Oxalá, na  4ª Conferência  Estadual de Mulheres

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Tivemos o privilégio de almoçar na mesa com  renomadas  feministas, dentre elas estava  a homenageada Enid Backes, socióloga, militante do movimento feminista pela anistia e gestora do primeiro órgção público de políticas para as mulheres do RS.

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Mãe Carmen na tarde de sábado não pode participar da conferência  de mulheres, por ter  compromisso  de formação para 33 adolescentes  no Centro de Atendimento Sócio- Educativo Feminino. Esse desencontro de agenda de  compromissos da religiosa  teve  como conseguência,  não conseguindo participar no processo de inscrição de chapa para a escolha de delegados na Conferência Estadual de Mulheres, na conferência nacional fica  garantida sua participação como assistênte.

Comunidades Tradicionais de Terreiros na III ª Conferência Municipal de Politicas para Mulheres

31 Aug

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Beth da Flora, Mãe Viviane de Ogum, Mãe Bere de Oxum, Mãe Geni de Yemanjá , Mãe Nilsa e Mãe Carmen de Oxalá.

No dia 24 de agosto, a III ª Conferência Municipal de Politicas para Mulheres, na cidade de Guaíba, não foi convencional,  Yás  tiveram atuação marcante , foram determinadas a colocar em pauta  a questão referente as necessidades das  mulheres negras e Yás, da mesma forma que apontaram carência de politicas publicas especificas.

O coletivo participativo das Yálorixás, ocuparam a primeira fila da plenária,  fizeram desde defesas  de idéias a revendicações. Na oportunidade, as demandas apontadas como prioritárias para  as mullheres de terreiras  no município foram  sugeridas de curso de parteiras a recuperação de dependentes químicos e prevenção da AIDS.

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Mãe Bere de Oxum  defendeu a questão do hospital,  Mãe Nilsã  salientou a  falta de informação, Mãe Geni de Yemanjá apresentou a denuncia da  falta de medicação que não existe no  posto,  Mãe Viviane de Ogum apontou a necessidade de acento nos conselhos e cursos de geração de renda nos espaços de terreiros.

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Yás, discutem combate sobre às desigualdades históricas que estruturam a sociedade. Seja a discriminação que atinge as mulheres negras, brancas, indígenas, nos espaços de poder e decisões, seja a violência de gênero, que coloca as mulheres em situação de vulnerabilidade.

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Ao lado de autoridades de civis femininas, receberam homenagens por desenvolverem atividades que eram desenvolvidas por homens, Juiza, Promotora, Capitã, Caminhoneira, Presidente do Presídio Feminino,  estava entre essas a Yalorixá Carmen de Oxalá dirigente da casa tradicional Assobecaty e  ativista do movimento 13 de maio abolição não conclusa para as mulheres negras, na ocasião explicou que na questão religiosa foi diferente por ter sido  três princesas misticas que fundaram I ª casa de religião no Brasil, Yá Detá, Yá Kalá e Yá Nasso. logo após, contextualizou que embora seja uma mulher jovem, carrega uma história de 77 anos de existência,  o  legado de sua Mãe biológica,  Yá Quina de Yemanjá,  com sua   sensibilidade, generosidade,   foi além da religião, dedicou-se ao  trabalho social de extrema significância  no municipio,  reforçando a participação cívica das mulheres, jovens e adolescentes através da promoção de direitos humanos, saúde integral, direitos sexuais e direitos reprodutivos, com uma abordagem centrada em torno étnica, racial, e igualdade de gênero, justiça social e democracia. Com o falecimento de Yá Quina de Yemanjá, esse trabalho   esta tendo continuidade, as vezes com menos intensidade outras com mais intensidade  e agora o trabalho vai ter um impacto  quando inicia a execução de 8 projetos Mais Cultura do PRONASCI, no terrritório da paz onde o Ilê está instalado.

MAE CARMEN DE OXALÁ–DIZ CHEGA DE RESISTENCIA

22 Aug

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Hoje, tomei uma decisão, chega de resistências, uma vez que é hora de colocar em prática o que se pregoa nos bancos universitários. É necessário fazer uso urgente de todo o conhecimento que é construído dentro do próprio ambiente acadêmico.